sexta-feira, outubro 26, 2007
quarta-feira, outubro 10, 2007
Itabela: Acidente na BR 101 deixa Pastor gravemente ferido

ITABELA – Chovia muito por volta das 16h30 desta segunda-feira (01) e o Pastor Adventista de Teixeira de Freitas Marcelo Borges Simões (42 anos), se dirigia para Eunápolis, quando no Km 740 da BR 101 (três pistas), perdeu o controle do veículo que conduzia, um Fiat/Pálio Weekend, azul, placa KKL-6647, saindo para a contra-mão, chocou-se violentamente com um caminhão Mercedes Benz 1620, amarelo, placa NFE-7383, conduzido por José Amintas Silva, que seguia no sentido contrário e caiu numa valeta.
O caminhão foi pouco atingido e o motorista nada sofreu, já o Fiat/Pálio Weekend conduzido pelo Pastor Marcelo ficou completamente destruído, ele ficou preso entre as ferragens, sendo necessário equipamentos especiais para sua retirada e do apoio médico de uma equipe do SAMU, que após os primeiros atendimentos, ainda na ambulância, o levou para Hospital Geral de Eunápolis. Os ferimentos foram graves, mas as primeiras informações dão conta que o Pastor não corre risco de morte.
quinta-feira, março 15, 2007
ONDE COMEÇA A ADORAÇÃO?
Muitas perguntas foram feitas e até já respondidas sobre a adoração.
Talvez alguém até já tenha respondido esta minha indagação: onde começa a adoração?
Mas ainda quero levantar uma questão a respeito desse assunto e ao mesmo tempo respondê-la. Eu pergunto: A qualidade da nossa adoração depende da nossa relação de comunhão com Jesus? Se a resposta for sim, então fica fácil responder a outra pergunta: Por que encontramos tanta frieza em nossas Igrejas? Será que o problema da letargia espiritual não está no fato da nossa relação de comunhão com Jesus estar obstruída?
Quero remontar aqui o fato ocorrido no caminho de Emaús, quando o coração dos dois discípulos lhes ardia, no momento que aquele homem estranho falava sobre as verdades que Jesus ensinou.
E agora? O que tem a ver o episódio de Emaús com a adoração?
Se observarmos bem veremos que o coração deles ardia com a presença de Jesus. Eis aí a resposta para nossa principal pergunta: onde começa a adoração?
No coração. Na relação pessoal com Jesus.
Aqueles discípulos tiveram a oportunidade ímpar de ter convivido com Jesus. Eles ouviram dos lábios do próprio Jesus seus ensinamentos. Tinham motivos de sobre para ter o coração ardendo constantemente. Porém, o que aconteceu? Por que não mais lhes ardia o coração após a morte de Cristo? A resposta é simples: Eles deixaram de ter contato com a Palavra da Vida. E como consequência a chama do Espírito que ardia em seus corações extinguiu-se.
Não será que é por isso que há tanta frieza na Igreja?
Particularmente acho que o problema não está no coletivo, e sim no individual. Não na Igreja, e sim no adorador. Em cada um do nós. Afinal a Igreja é constituida de indivíduos. E se o indivíduo não mantém um relacionamento íntimo com Cristo, com certeza, jamais lhe arderá o coração. O resultado será Igrejas frias, indiferentes e sem amor pela causa do evangelho – consequência: falsa adoração (este povo me honra com os lábios, porém o seu coração está longe de mim).
Então o que precisamos fazer para reacendermos a chama do Espírito para que volte a arder em nossos corações? Precisamos fazer o caminho de Emaús. Precisamos ter um encontro com Jesus, aquele estranho que discorria acerca das Escrituras. Precisamos abrir Sua Palavra cada manhã e permitir que ela transforme nossa vida.
Naquele momento, por que Jesus havia se tornado um estranho? Porque o relacionamento foi quebrado. Não se buscava mais conhecer sobre os fatos futuros. Os discípulos haviam esquecido das palavras de Jesus sobre a ressurreição. Não estavam mais familiarizados com as promessas proferidas pelo próprio Cristo.
Não é muito diferente da nossa realidade hoje. Estamos sempre apressados. Acordamos cedo para o trabalho e muitas vezes não buscamos a sabedoria divina para termos um dia próspero. Ficamos sem força para continuar a jornada. Não conseguimos fazer o caminho de Emaús. E quando chegamos em casa na volta dos afazeres, estamos tão cansados que, desfalecidos, acabamos dormindo e não agradecemos as bençãos recebidas. Não encontramos alento para tentarmos refazer, no dia seguinte, o caminho de Emaús. E assim continuamos errando na nossa adoração a Deus. Reconhecemos Seu poder, misericórdia e bondade, mas não nos permitimos alguns minutos para uma comunhão com Ele.
Precisamos acordar desse sono profundo e letal em que estamos envolvidos.
Nosso Deus não merece a adoração que estamos oferecendo a Ele. Ele merece muito mais. Devemos ser, de fato, um sacrifício vivo para nosso Deus. Aqueles discípulos, lá no caminho de Emaús, tiveram uma nova oportunidade de permitir que lhes ardesse novamente o coração. Voltaram a ter contato com as promessas proferidas mais uma vez pelo próprio Jesus. E quando Cristo os deixou, deixou de lhes arder o coração?
Esse novo encontro trouxe renovação. Voltou a esperança. A certeza das coisas futuras retomou seu lugar no coração, onde antes só haviam dúvidas e incertezas.
O caminho de Emaús nos ensina muito sobre onde começa a adoração. E a verdadeira adoração só terá lugar no nosso culto ao Senhor quando, de fato, ela ocupar o lugar que lhe é devido em nosso coração. Aí então verdadeiramente o adoraremos com o espírito e com o entendimento.
O caminho de Emaús nos ensina muito sobre onde começa a adoração. E a verdadeira adoração só terá lugar no nosso culto ao Senhor quando, de fato, ela ocupar o lugar que lhe é devido em nosso coração. Aí então verdadeiramente o adoraremos com o espírito e com o entendimento.
Outro fato importante que também aprendemos no caminho de Emaús é que não basta só o encontro com Jesus para manter o coração ardendo. Devemos caminhar com Ele em toda a nossa jornada aqui neste mundo. Com isso nosso coração não só arderá, mas também permanecerá ardendo constantemente. Não haverá mais frieza de atitudes, nem de sentimentos. Estaremos vivos e avivados. A adoração será permanente em casa, no trabalho, na escola, na faculdade e na Igreja. Não será só aquele momento em que estaremos reunidos com outros membros da mesma fé. Será um testemunho para todos.
Quero terminar com o texto da Drª Eurydice V. Osterman, quando, em seu livro “O que Deus diz sobre a música” ela resume o que é adoração: “O culto verdadeiro vem como resultado de um encontro pessoal com Deus, seja em meio à natureza, na 'câmara secreta', num pequeno grupo ou num ambiente coletivo; não é necessária uma contingência de um labirinto de elementos externos (cultura, estilo, música, o próprio ritual, etc.), para que ele ocorra. Jesus disse que nossos motivos e atitudes (espírito) ligados aos princípios bíblicos (a verdade) constituem a base para um culto verdadeiro”.
Que Deus nos abençõe.
Sérgio Bispo da Silva
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
SELETOS SOBRE ORAÇÃO
Nunca deve a Bíblia ser estudada sem oração.
E Jesus ver-nos-á também nos lugares secretos de oração, se dEle buscarmos a luz para saber qual a verdade. Anjos do mundo da luz assistirão àqueles que, em humildade de coração, buscarem a guia divina.
Jesus mesmo, enquanto andava entre os homens, muitas vezes Se entregava à oração.
Sua humanidade tornou-Lhe a oração uma necessidade, e privilégio. Encontrava conforto e alegria na comunhão com o Pai. E se o Salvador dos homens, o Filho de Deus, sentia a necessidade de orar, quanto mais devemos nós, débeis e pecaminosos mortais que somos, sentir a necessidade de fervente e constante oração!
Deus está pronto para ouvir a oração sincera do mais humilde de Seus filhos, e contudo há tanta manifesta relutância de nossa parte, para tornar conhecidas a Deus nossas necessidades!
As trevas do maligno envolvem os que negligenciam a oração. As sutis tentações do inimigo os incitam ao pecado; e tudo isso por não fazerem uso do privilégio da oração, que Deus lhes conferiu.
A oração é a chave nas mãos da fé para abrir o celeiro do Céu, onde se acham armazenados os ilimitados recursos da Onipotência? Sem oração constante e diligente vigilância, estamos em perigo de tornar-nos descuidosos e desviar-nos do caminho verdadeiro. O adversário procura continuamente obstruir o caminho para o trono da graça, para que não obtenhamos, pela súplica fervorosa e fé, graça e poder para resistir à tentação.
Se atendemos ainda à iniqüidade em nosso coração, se nos apegarmos a algum pecado consciente, o Senhor não nos ouvirá; mas a oração da alma penitente e contrita será sempre aceita. Depois de termos reparado todas as faltas de que temos consciência, poderemos crer que Deus atenderá às nossas petições.
Outro elemento da oração perseverante é a fé. "É necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam." Heb. 11:6. Jesus disse a Seus discípulos: "Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis." Mar. 11:24. Cremos em Sua palavra?
Textos Selecionados do Livro Caminho a Cristo, Ellen G. White (Casa Publicadora Brasileira)
sexta-feira, janeiro 19, 2007
AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO
Não é prova conclusiva de que um homem é cristão o manifestar ele êxtases espirituais sob circunstâncias extraordinárias. Santidade não é arrebatamento: é inteira entrega da vontade a Deus; é viver por toda a palavra que sai da boca de Deus; é fazer a vontade de nosso Pai celestial; é confiar em Deus na provação, tanto nas trevas como na luz; é andar pela fé e não pela vista; é apoiar-se em Deus com indiscutível confiança, descansando em Seu amor.
O Espírito Santo habita no consagrado obreiro de Deus, onde quer que ele possa estar. As palavras dirigidas aos discípulos são-no também a nós. O Consolador é tanto nosso quanto deles. O Espírito concede a força que sustenta a alma que se esforça e luta em todas as emergências, em meio ao ódio do mundo e ao reconhecimento de seus próprios fracassos e erros. Em tristezas e aflições, quando as perspectivas se afiguram negras e o futuro aterrador, e nos sentimos desamparados e sós - é tempo de o Espírito Santo, em resposta à oração da fé, conceder conforto ao coração.
Atos dos Apóstolos, pág. 51
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quarta-feira, janeiro 10, 2007
"A ORAÇÃO É A DIFERENÇA"
A oração é a resposta para cada problema da vida. Ela nos põe em sintonia com a sabedoria divina, a qual sabe como ajustar cada coisa perfeitamente. às vezes, deixamos de orar em certas circunstâncias porque, a nosso ver, a situação é sem esperança. Mas nada é impossível com Deus. Nada é tão emaranhado que não possa ser remediado, nenhuma relação humana é tão tensa que Deus não possa trazê-la à reconciliação e à compreensão; nenhum hábito é tão profundamente enraizado que não possa ser vencido; ninguém é tão fraco que Ele não possa tornar forte. Ninguém é tão doente que Ele não possa curar. Nenhuma mente é tão obscura que Ele não possa tornar brilhante. Se alguma coisa nos causa preocupação ou ansiedade, paremos de propagá-la e confiemos em Deus por restauração, amor e poder."Review and Herald, 7 de outubro de 1865.


